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Enfeites da região são preferência de torcedores para jogos na Arena.
Feira funciona aos domingos, das 7h às 14h, em Manaus.
Do G1 AM
Portuguesa comprou cocar para compor visual em jogo contra a seleção dos Estados Unidos, neste domingo (22)
Já conhecida por reunir diversos souvenirs que remetem à cultura amazônica, a feira do artesanato da Avenida Eduardo Ribeiro, no Centro de Manaus, se tornou ponto de parada obrigatória para quem visita a capital durante a Copa do Mundo. Realizada sempre aos domingos, o local virou referência para estrangeiros, que buscam se familiarizar com a região usando adereços indígenas pela cidade.
Em dias de jogos na Arena da Amazônia, as peças tradicionais da cultura indígena ganham destaque em rostos de traços distintos. O casal de amigos de Portugal, Adriana Ideia, de 40 anos, e Pedro Gonçalves, de 32, vieram para assistir à partida contra os Estados Unidos, pelo Mundial. Em busca de cocares indígenas, os dois acreditam que os enfeites deixam a torcida animada e os jogadores a vontade.
Casal de amigos estão em Manaus para assistir jogos da Copa do Mundo
"Nossa bandeira tem um grande significado. O verde representa a esperança e o vermelho, as vitórias da nossa pátria. Os adereços funcionam como um complemento e trazem bons sentimentos para os torcedores", explicou Adriana ao exibir um cocar de penas coloridas.
Natural da Guiana Francesa, Deysiane Fauchille, de 48 anos, também aproveitou a feira para comprar adereços e lembranças para parentes. Segundo ela, as cores dos adereços precisam combinar com as cores da bandeira para garantir a força da torcida. "Estou sempre preocupada em acertar o visual com as cores das seleções. Quando torci pela Itália, fui com as cores da bandeira italiana, no jogo de Camarões eu tava de verde, agora quero um cocar para combinar o look a favor de Portugal", contou.
A vendedora e artesã Rosicleia afirmou ter tido um aumento de 50% nas vendas com a Copa
Quem comemora o sucesso nas vendas é a artesã e vendedora Rocicleia dos Santos, de 50 anos. Com um aumento de 50% nas rendas, ela afirma que o movimento na feira representa a valorização do trabalho do pai, indígena da etnia Ipixuna. "Eu aprendi tudo com ele, só observando. É muito bom ver gente daqui e de fora comprando coisas da terra. É bom ter nosso trabalho visto no Mundo", comentou.
O espaço funciona semanalmente aos domingos, das 7h às 14 horas, na Avenida Eduardo Ribeiro. Além de barracas de artesão locais, como bijuterias, quadros e artesanatos indígenas, quem visita a feira pode ainda degustar diversas especiarias da culinária amazônica.
Feira ocorre aos domingos, na Avenida Eduardo Ribeiro




Postado por: BR artesanato às 21hs57



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