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Baseados no modelo incentivado pelo Ministério do Trabalho, adeptos palhocenses pedem apoio para participar de licitações
Nem só de pães, bolachas, queijos caseiros e produtos orgânicos se faz a Economia Solidária em Palhoça. Além da feira semanal que acontece todas as quartas-feiras no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Palhoça, no centro da cidade, outro espaço promove, diariamente, o movimento social no Município: a loja de artesanato Recanto das Artes. 
Localizado em um quiosque na Praça Sete de Setembro desde 2006, o local é cedido pela Prefeitura para seis mulheres que, usando os princípios da Economia Solidária, têm no artesanato um complemento para a renda mensal. “O lucro mensal de cada artesã varia muito, mas fica em torno dos R$ 500. Algumas chegam a lucrar até R$ 1,2 mil por mês”, explica Inês Terezinha Guarnieri, estudante de Serviço Social.
Os adeptos da Economia Solidária pretendem conseguir do Município um apoio ainda maior: “Em outras cidades há leis municipais que criam projetos, permitem aos produtores participar de licitações, etc. Também gostaríamos de trazer a feira de produtos ecológicos para a praça, em barracas”, planeja Inês, junto aos demais produtores. Atualmente, está se formando em Palhoça o Fórum Municipal de Economia Solidária para discutir este tipo de iniciativa.
Recanto das Artes
Panos de prato bordados ou pintados, diferentes artigos decorativos e utilidades domésticas estão entre os principais produtos oferecidos pelo Recanto das Artes. 
Como um dos princípios da Economia Solidária diz respeito à sustentabilidade, a loja apresenta, além do sabão ecológico, outra novidade do gênero: as biojoias. “São feitas com produtos naturais, como coco ou açaí e de produtos reutilizados, como botões. Aproveitamos também o intercâmbio nacional que há entre os adeptos do movimento. Temos colares feitos com capim dourado, que vêm de Tocantins; e com pedras vindas de pessoas ligadas à economia solidária em Goiás”, conta Inês.
Economia Solidária
A Economia Solidária promove a autogestão e cooperação em um sistema de produção que se difere do Capitalismo, onde não há patrão nem empregados. 
É considerada uma estratégia para enfrentar a exclusão social, gerando trabalho e renda. O modelo é defendido e incentivado pelo Ministério do Trabalho, que inclusive criou a Secretaria Nacional de Economia Solidária.
Texto: Maria Júlia Manzi 
Fonte: palhocense




Postado por: BRartesanato às 09hs26



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