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Rio Claro vai se transformar na Capital do Artesanato e da Cultura durante 10 dias. A Interart Rio Claro, Feira Internacional de Artesanato e Decoração, começa nesta quinta feira (11), junto com a Festa das Nações, e prossegue até o dia 21 de outubro na antiga estação ferroviária. As atividades serão realizadas sempre das 15 às 22 horas, com entrada franca.
O evento já é um sucesso em Araçatuba (SP) e em Macaé (RJ). Ao todo, 22 países e seis estados brasileiros já confirmaram participação. Serão 90 expositores e 36 estandes no cenário do evento que irá movimentar o setor hoteleiro e o comércio em geral, já que, segundo os representantes da Interart, estão sendo esperados 20 mil visitantes.
O evento é um grande fomentador de diversas culturas. Durante a feira os participantes terão a oportunidade de fecharem negócios e parcerias. O encontro de artesãos tem a expectativa de proporcionar intercâmbio cultural, gerando renda e incentivando o desenvolvimento social e turístico do município.
Os organizadores destacam o apoio da prefeitura e as características do município, como a excelente localização, o potencial econômico e cultural do município, além de ressaltarem a Associação Comercial e Industrial de Rio Claro (Acirc), definida pela organização da Interart como uma entidade “atuante que, além da visão comercial, tem ainda sensibilidade para o social, o cultural e o ambiental”.
Pataxós
Os visitantes da Feira Internacional de Artesanato (Interart Rio Claro) serão recepcionados por integrantes da mesma tribo que recepcionou Pedro Álvares Cabral, na chegada ao Brasil, há mais de 500 anos.
Dois deles já estão na cidade, Jupará Pataxó, 38 anos e Xoha Pataxó, 28 anos. Ambos são oriundos da Aldeia Coroa Vermelha, de Santa Cruz de Cabrália, localizada no Sul da Bahia. 
De acordo com o organizador do evento, Oswaldo de Almeida Júnior, o intuito é disseminar a cultura indígena, dando oportunidade aos visitantes de admirar e comprar as artes deste povo.
A Tribo Pataxós é estimulada pelo fluxo turístico, principalmente de Porto Seguro (BA), onde se desenvolvem atividades artesanais, e seus integrantes já fizeram a recepção de outras feiras, como a de Araçatuba (SP). 
Jupará Pataxó conta que a tribo ganhou uma trágica notoriedade após o assassinato do índio Galdino Jesus dos Santos, em 1997, que era líder do povo Pataxós.
Ele dormia em uma parada de ônibus em Brasília quando delinquentes atearam fogo ao seu corpo, alegando que o confundiram com um mendigo. “Sempre fomos muito massacrados. O homem branco já escravizou muitos índios. Depois da morte do nosso líder, nós começamos a lutar pelo nosso direito. Somos muito unidos e trabalhamos pelo sustento uns dos outros”, explica, informando que a aldeia concentra mais de seis mil e oitocentos índios. “É a maior aldeia da Região sudeste do país,” acrescenta Xoha.
Durante a Interart, os índios ficarão na entrada da feira, com direito a ornamentação a caráter. Eles não farão a exposição dos produtos em estandes, como de costume, mas em ocas. Assim, todos terão a sensação de “fazer parte do meio”, de se sentir numa aldeia de verdade. “Nós trouxemos arco e flecha; colar de sementes, plumária, esculturas em madeira, cestaria, armas, tecelagem e etc. Estaremos vendendo nossos produtos para levar caiambá (dinheiro) para o sustento de nossos kituki (crianças)”, comenta Jupará.
Fonte: canalrioclaro




Postado por: BRartesanato às 10hs16



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