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Certificação de Indicação Geográfica garantirá maior proteção comercial
O bordado Filé, ícone do artesanato de Alagoas, produzido pela região do Complexo Estuarino Lagunar Mundaú-Manguaba (CELMM), está em processo de obtenção da Indicação Geográfica (IG). O selo, concedido pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), representa uma espécie de reconhecimento oficial sobre a especificidade de uma área.
À frente dessa iniciativa está a Secretaria de Estado do Planejamento e do Desenvolvimento Econômico (Seplande), coordenador em Alagoas do Programa do Artesanato Brasileiro (PAB) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), tendo como parceira a Universidade Federal de Alagoas (Ufal).
A demarcação territorial, processo fundamental para obtenção da Indicação Geográfica, foi realizada através do trabalho colaborativo de alunos do Instituto de Geografia, Desenvolvimento e Meio Ambiente (IGDEMA) e do Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Ufal.
Nesta etapa, também houve a colaboração direta da Seplande. “Além do fornecimento de dados cartográficos sobre a área do CELMM, houve a construção de mapas provisórios pelos quais ensaiamos, diversas vezes, a delimitação da área para a solicitação da IG” afirma o professor da Ufal, e também atuante no projeto, Bruno Cavalcanti.
Embora a confecção do bordado não se limite à região do CELMM, é lá onde se encontra a produção mais expressiva do filé. De acordo com o professor Bruno Cavalcanti, o selo de qualidade terá o peso de uma proteção comercial. “Ele atuará como uma característica distintiva em relação a outras áreas que, por ventura, produzam o filé. Além da importância econômica desse registro, ocorrem ganhos igualmente mais vastos, de natureza simbólica e social, para além dos objetivos do comércio e da produção” explica.
A assessora especial da Seplande, Vânia Amorim, afirma que as expectativas para obtenção do selo estão bem altas. “Em termos econômicos, estima-se aumento de até 30% na venda dos artesões, além, é claro, da valorização mercadológica do filé. Do ponto de vista dos produtores, espera-se um maior reconhecimento desse trabalho. Posteriormente, através da participação de agentes públicos, esperamos uma potencialização dessa atividade nos demais municípios alagoanos” conclui.
Fonte: primeiraedição




Postado por: BRartesanato às 16hs30



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